O cardápio define a produção
As preparações determinam necessidades de cocção, refrigeração, corte, montagem, conservação e finalização.
Fluxo, setores e equipamentos
Definimos como a cozinha deve funcionar, quais setores precisa possuir, quais equipamentos são necessários e como cada elemento deve se relacionar dentro da operação.
O planejamento técnico-operacional fornece as informações que arquitetos e engenheiros precisam para desenvolver e compatibilizar o projeto físico da cozinha profissional.
A IB Food 360° desenvolve o planejamento funcional e operacional da cozinha. Projetos arquitetônicos, estruturais e de instalações, aprovações legais, execução de obra, ART e RRT devem ser realizados pelos respectivos profissionais legalmente habilitados.
É o estudo que determina como a cozinha deverá funcionar a partir do conceito gastronômico, do cardápio, do volume de atendimento, do modelo de serviço, da equipe e do espaço disponível.
O trabalho identifica os setores necessários, organiza as relações entre as atividades, define as praças de produção, orienta a seleção dos equipamentos e apresenta recomendações para sua posição funcional.
Esse planejamento serve como base técnica para o desenvolvimento da arquitetura e das instalações, evitando que o espaço seja projetado apenas pela aparência ou pela dimensão física.
Primeiro definimos como a cozinha precisa operar. Depois, arquitetura e engenharia transformam essas necessidades em um espaço executável.
Analisa o cardápio e a produção
Analisa a edificação e o espaço construído
Define setores, praças e fluxos
Desenvolve plantas, cortes e detalhamentos
Recomenda equipamentos e capacidades
Compatibiliza dimensões e instalações
Informa necessidades operacionais
Projeta redes, ventilação e exaustão
Produz diretrizes para compatibilização
Assume a responsabilidade técnica correspondente
A contribuição da IB Food 360° é fornecer conhecimento especializado sobre a operação gastronômica: o que será produzido, em qual volume, com quais equipamentos e em qual sequência. A arquitetura cuida do espaço construído; o planejamento operacional traduz as necessidades reais da cozinha.
Cardápio, volume, tipo de serviço e métodos de preparo influenciam diretamente os equipamentos, as praças, a área de produção e as necessidades de infraestrutura.
As preparações determinam necessidades de cocção, refrigeração, corte, montagem, conservação e finalização.
É preciso avaliar a capacidade em relação ao número de refeições e aos horários de pico.
À la carte, buffet, delivery, menu degustação e serviço rápido exigem organizações diferentes.
Potência, calor, água, drenagem, gás, ventilação e dimensões precisam ser informados para compatibilização.
Quantidade de profissionais, divisão por praça e simultaneidade das atividades influenciam passagens e posições de trabalho.
Escolher equipamentos depois da obra pronta é um excelente método para descobrir que o equipamento não cabe, não tem potência disponível ou interrompe a circulação. Melhor evitar esse clássico do prejuízo.
Antes de desenhar setores ou recomendar equipamentos, é necessário compreender o negócio que utilizará a cozinha.
Conceito do estabelecimento
Tipo de gastronomia
Cardápio previsto
Métodos de cocção
Capacidade de atendimento
Refeições por período
Horários de maior movimento
Tipo de serviço e delivery
Produção quente, fria e antecipada
Equipe e divisão de tarefas
Área, planta e restrições do imóvel
Equipamentos já adquiridos
Possibilidades de expansão
Orçamento para equipamentos
A setorização organiza a cozinha de acordo com as atividades que serão realizadas. Nem toda operação precisa de todos os setores, e o tamanho de cada área depende do cardápio, do volume e do modelo de serviço.
Setor selecionado
Seleção, higienização, corte, porcionamento e preparação de insumos.
Estudo conceitual — não destinado à execução de obra
Uma praça é uma área de responsabilidade e execução dentro da cozinha. Sua organização considera pratos, equipamentos e atuação simultânea da equipe.
O planejamento analisa como alimentos, utensílios, louças, resíduos, pedidos e profissionais circulam pelo espaço para reduzir cruzamentos, retornos, obstáculos e deslocamentos.
Exemplo conceitual de estudo de fluxo — não apresenta planta executiva.
O projeto auxilia na identificação dos equipamentos necessários para executar o cardápio com a capacidade, a qualidade e o ritmo previstos.
Função e capacidade produtiva
Volume por período e tempo de uso
Dimensões, ergonomia e afastamentos
Potência, energia, água e drenagem
Calor, exaustão e ventilação
Limpeza, manutenção e assistência técnica
Compatibilidade com orçamento e expansão
A recomendação define categoria, capacidade e requisitos técnicos; fabricante e modelo são avaliados conforme disponibilidade, orçamento e assistência técnica.
Um equipamento subdimensionado pode limitar a produção e gerar espera. Um equipamento muito maior pode ocupar espaço, exigir infraestrutura e consumir recursos sem retorno proporcional.
Lugares
80
Giro estimado: 1,5
Pedidos estimados
120
Uso no pico
75%
Capacidade a avaliar
40 por hora
Exemplo ilustrativo. O dimensionamento real depende do cardápio e da operação.
Depois da seleção e do posicionamento preliminar dos equipamentos, suas necessidades devem ser encaminhadas aos responsáveis pelos projetos arquitetônico e complementares.
Dimensões e peso
Potência, tensão e corrente
Tipo de ligação e consumo de gás
Pontos de água, drenagem e esgoto
Exaustão, ventilação e dissipação de calor
Afastamentos, abertura e manutenção
Base e altura de trabalho
A IB Food 360° identifica e organiza as necessidades operacionais. Cálculo, dimensionamento e execução das redes elétricas, hidráulicas, sanitárias, de gás, exaustão, climatização, estrutura e prevenção contra incêndio cabem aos profissionais legalmente habilitados.
Diagnóstico do conceito e análise do cardápio
Programa técnico-operacional
Relação de setores e praças
Fluxograma funcional e estudo de setorização
Recomendações de circulação
Lista de equipamentos, funções e capacidades
Matriz de necessidades técnicas
Orientações de posicionamento
Recomendações de expansão e relatório de compatibilização
A composição final depende do porte, estágio e complexidade do projeto. Os itens incluídos serão discriminados na proposta comercial.
Projeto arquitetônico e executivo
Projetos estrutural, elétrico, hidráulico e sanitário
Projetos de gás, exaustão, climatização e incêndio
Cálculos, aprovações e licenciamento
ART, RRT e responsabilidade técnica
Execução e gerenciamento de obra
Compra, instalação e manutenção de equipamentos
Esses serviços devem ser executados por arquitetos, engenheiros, empresas instaladoras e demais profissionais habilitados. A IB Food 360° pode colaborar com as informações operacionais necessárias à compatibilização.
Etapa 1
Briefing e diagnóstico
Etapa 2
Recebimento da documentação
Etapa 3
Estimativa de produção
Etapa 4
Programa operacional
Etapa 5
Estudo de fluxos
Etapa 6
Seleção dos equipamentos
Etapa 7
Estudo de posicionamento
Etapa 8
Apresentação preliminar
Etapa 9
Compatibilização
Etapa 10
Ajustes
Etapa 11
Validação
Etapa 12
Entrega final
O projeto poderá contemplar até três rodadas de alterações após a apresentação inicial, com observações consolidadas do cliente e dos profissionais envolvidos.
Reposicionamento pontual de equipamento
Substituição de categoria
Alteração de capacidade
Revisão de praça ou circulação
Adequação a uma restrição identificada
Mudança completa do cardápio
Alteração significativa da capacidade
Mudança do imóvel ou total da planta
Inclusão de nova unidade
Novo conceito de operação
Mudanças que alterem significativamente as premissas poderão exigir revisão de prazo e orçamento.
O prazo depende do porte da cozinha, dos setores, da complexidade do cardápio, da documentação existente e da participação dos projetistas. Como referência, projetos de menor ou média complexidade podem ser desenvolvidos em aproximadamente 30 dias após o recebimento completo das informações.
O prazo definitivo será informado na proposta. Mudanças de conceito ou demora na documentação podem alterar o cronograma.
Equipamentos e setores definidos pelas preparações e pelo serviço.
Volume, horários de pico e crescimento orientam a recomendação.
Informações organizadas para arquitetura e engenharia.
O espaço é analisado pela circulação das atividades.
Cada recomendação atende ao cardápio e à produção.
Entregas, revisões, limitações e prazos definidos antes do início.
Novo restaurante
Reforma
Mudança de cardápio
Aumento de capacidade
Implantação de delivery
Hotel ou hospitalidade
Nova unidade
Projeto arquitetônico em andamento
O planejamento técnico-operacional fornece informações sobre setores, fluxos, equipamentos, capacidades, circulação e infraestrutura que influenciam diretamente o projeto físico. Com essas definições, arquitetura e engenharia podem desenvolver soluções mais coerentes com a operação.
Falar sobre o projetoAs respostas ajudarão nossa equipe a compreender o estágio, a estrutura e os principais desafios do projeto.